Quarta, 02 de Dezembro de 2020
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Saúde Coronavírus

Chega a 5.665 o número de mortes por coronavírus no Rio Grande do Sul

O total de casos confirmados é de 238.396, com 5.665 óbitos e 222.371 (93% dos casos) recuperados.

28/10/2020 15h31
Por: Redação Fonte: O Sul
Foto: Divulgação/SES
Foto: Divulgação/SES

O Rio Grande do Sul registrou nesta terça-feira (27) 2.816 novos casos da Covid-19 e teve confirmados mais 50 óbitos. O total de casos confirmados é de 238.396, com 5.665 óbitos e 222.371 (93% dos casos) recuperados. Entre os óbitos divulgados nesta terça, um ocorreu em setembro e estava com a notificação a ser completada. Os demais são de datas entre os dias 16 e 27 de outubro.

A atualização teve ainda 93 casos excluídos por duplicidade ou revisão de resultado.

Os novos óbitos são de residentes dos municípios de:

Alvorada (homem, 84 anos);

Alvorada (mulher, 85 anos);

Alvorada (mulher, 64 anos);

Bagé (mulher, 82 anos);

Camaquã (homem, 74 anos);

Camargo (mulher, 81 anos);

Canela (mulher, 74 anos);

Canoas (mulher, 90 anos);

Canoas (mulher, 61 anos);

Canoas (mulher, 77 anos);

Canoas (homem, 72 anos);

Caxias do Sul (homem, 89 anos);

Caxias do Sul (homem, 67 anos);

Cruz Alta (homem, 61 anos);

Dom Pedrito (homem, 73 anos);

Esteio (mulher, 70 anos);

Esteio (homem, 57 anos);

Gravataí (homem, 73 anos);

Gravataí (homem, 55 anos);

Gravataí (homem, 69 anos);

Guaíba (homem, 78 anos);

Ibiraiaras (mulher, 76 anos);

Igrejinha (mulher, 84 anos);

Júlio de Castilhos (homem, 83 anos);

Lajeado (homem, 74 anos);

Osório (mulher, 86 anos);

Parobé (mulher, 74 anos);

Porto Alegre (homem, 84 anos);

Porto Alegre (mulher, 50 anos);

Porto Alegre (homem, 53 anos);

Porto Alegre (mulher, 57 anos);

Porto Alegre (mulher, 70 anos);

Porto Alegre (homem, 69 anos);

Porto Alegre (mulher, 84 anos);

Porto Alegre (homem, 69 anos);

Porto Alegre (homem, 46 anos);

Porto Alegre (mulher, 79 anos);

Porto Alegre (homem, 80 anos);

Porto Alegre (homem, 94 anos);

Ronda Alta (homem, 68 anos);

Santa Bárbara do Sul (homem, 87 anos);

Santa Maria (homem, 92 anos);

Santo Ângelo (mulher, 58 anos);

São Leopoldo (homem, 55 anos);

Sapucaia do Sul (homem, 64 anos);

Tramandaí (homem, 53 anos);

Três Coroas (mulher, 83 anos);

Viamão (homem, 89 anos);

Viamão (homem, 59 anos);

Xangri-lá (mulher, 76 anos).

Vacinação para poliomelite

Com previsão de encerramento na próxima sexta-feira (30), a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite registrou até segunda-feira (26) cobertura vacinal de 48,2% no Rio Grande do Sul. Todas as crianças de até 5 anos precisam atualizar a caderneta de vacinação ou receber uma dose extra. A meta é atingir, ao menos, 95% do público-alvo, estimado em 529.125 crianças no Estado. Desde o início da campanha, em 5 de outubro, até o fim da tarde de segunda, de acordo com registro no sistema de informação, foram aplicadas 257.311 doses da vacina.

Há uma grande dificuldade, desde o início da pandemia, em retomar os níveis normais de vacinação.

Todos os postos de saúde estão seguindo as medidas de segurança para evitar o contágio da Covid-19. “As unidades de saúde estão preparadas para receber os cidadãos”, afirma a chefe da Divisão de Vigilância Epidemiológica do Cevs (Centro Estadual de Vigilância em Saúde), Tani Ranieri.

O esquema vacinal de poliomielite é composto, atualmente, por duas vacinas: a injetável aplicada em três doses aos dois, quatro e seis meses de vida da criança, e a vacina oral aplicada aos 15 meses e aos quatro anos. Nesta campanha, todas as crianças dessa faixa-etária terão a avaliação de sua situação vacinal para poliomielite. As maiores de um ano que estiverem com seus esquemas vacinais em dia receberão uma dose da vacina oral, a chamada dose D (indiscriminada). Para as crianças que estiverem com seus esquemas de vacinação de poliomielite em atraso, haverá a atualização.

Em paralelo, ocorre a Campanha de Multivacinação, que, por sua vez, tem o intuito de atualizar a situação vacinal da população até 15 anos de idade, de acordo com as indicações do Calendário Nacional de Vacinação. O objetivo é, além de aumentar as coberturas vacinais, diminuir ou controlar a incidência de doenças imunopreveníveis como o tétano, o sarampo e a febre amarela. “É fundamental que as crianças e adolescentes compareçam às Unidades de Saúde levando a caderneta de vacinação”, disse Tani Ranieri. Por ser uma estratégia de atualização de esquemas em atraso, não se trabalha com metas. A avaliação será realizada a partir das doses aplicadas e registradas nos sistemas de informação no período.

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